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É descabida a irritação do presidente da Infraero, Brigadeiro José Carlos Pereira, diante da proposta da Federação Internacional dos Controladores de Tráfego Aéreo, de intervenção para ajudar a resolver a crise do setor no Brasil. Não há que se alegar que a proposta fere a soberania porque quem está ferido é o povo brasileiro, é a sociedade brasileira com tanto descaso do governo e com tanta gente morta por total falta de competência da Infraero no estabelecimento de prioridades. Na medida em que o brigadeiro não sabe se desincumbir do cargo para que outro mais competente o assuma, a proposta de intervenção internacional pode ser considerada razoável. É importante lembrar que o país é escala importante de vôos internacionais e que o caos aéreo já tomou uma dimensão insuportável. O brigadeiro não tem razão nenhuma de se sentir indignado. Ninguém mais consegue voar sobre o território nacional com segurança e isso acontece devido à total falta de capacidade dos setores que deveriam saber administrar a crise com eficiência.
Demissão. Não há outra coisa a fazer com o ministro Marco Aurélio Garcia. Os gestos obscenos foram a primeira manifestação pública do governo do presidente Lula a respeito da tragédia que enlutou não só as famílias dos mortos mas todos os brasileiros, cidadãos honestos e que têm dignidade e sentimentos (à exceção parece, pelo comportamento de Marco Aurélio, de alguns habitantes eventuais do Palácio do Planalto).
O país já conhecia, desde Waldomiro Diniz, mensalão, sanguessugas, aloprados e lambaris ingênuos que comem iscas de tubarões, o jeito lulo-petista de governar (?) o país. Mas era tudo a portas-fechadas. A obscenidade do ministro Marco Aurélio Garcia escancara, numa janela que dá frente para os poderes Legislativo e Judiciário, na praça onde o povo brasileiro já comemorou tantas vitórias, todo o seu despreparo pessoal que o desqualifica como homem público e resume o comportamento do governo comandado pelo presidente Lula.
Não há desculpa que justifique a cena. Não há atitude que redima o desrespeito com uma Nação inteira. Demissão imediata do ministro é o mínimo que o presidente Lula pode fazer para mostrar que ainda temos governo.

Acesse o link abaixo e veja o vídeo.
A liderança do PSDB na Câmara dos Deputados lamenta mais essa tragédia do nosso sistema de transporte aéreo. Expressamos aqui nossa solidariedade com as famílias das vítimas.
A perda de um amigo, o deputado Júlio Redecker, que exercia com brilhantismo a Liderança da Minoria na Câmara dos Deputados, nos atinge diretamente.
A morte de tanta gente que, como Julio, com certeza, ainda tinha enorme colaboração a dar ao país enluta o Brasil inteiro e dói em cada brasileiro como se cada um de nós perdesse um parente.
A Nação exige, agora,a apuração das causas do acidente e a tomada de providências efetivas que ponham fim a essas tragédias.
trechos do artigo “Triste” de Eliane Cantanhêde
“Coitado do Lula, não deve ter sido fácil para ele, com todo aquele ego, suportar seis vaias seguidas e ter de sair de fininho do Maracanã, sem fazer o discurso inaugural do Pan... Mas quem foi vaiado no dia 13/7/07 não foi aquele Lula de 30 anos atrás, foi o presidente da República – que defende Severino, Collor e Renan Calheiros, que não vê e não sabe de mensalão, dossiê e cuecão e que agrada tanto ao miserável do Bolsa Família quanto ao banqueiro do lucro recorde. Lula caiu na real. Vaia boa não é só vaia do PT contra adversário.”
Enquanto os olhos da mídia e da opinião pública estão voltados para os escândalos do Senado Federal, o poder Executivo bate recorde em gastos com cartões corporativos. Matéria do Correio Braziliense revela que as despesas alcançaram R$ 36,2 milhões no primeiro semestre. O valor é R$ 3,2 milhões maior que o registrado em todo o ano passado.
Criado durante o governo Fernando Henrique para facilitar a rotina de pagamentos de autoridades e servidores públicos autorizados, os cartões corporativos estão sob suspeita do Tribunal de Contas da União desde o ano passado devido aos gastos abusivos do governo Lula.